O que fazer para que inovações disruptivas que surgem a todo o momento não façam seu empreendimento ficar obsoleto da noite para o dia?
Todo dia, novas Startups, novos negócios e inovações são criadas. Até aí tudo bem. Mas certa vez, uma dessas inovações foi o Uber, que chegou para exigir a reinvenção dos táxis, outro dia foi o Airbnb e com ele a necessidade de adaptação do sistema hoteleiro mundial. O site de hospedagem já vale tanto quanto a Petrobras e mudou a forma das pessoas se hospedarem.
Hoje um novo Uber ou AirbnB pode estar sendo criado para mandar seu negócio, seu faturamento ou sua empresa para o espaço! Ou para um lugar bem menos interessante: O caixão!
A necessidade de se reinventar deve ser diária. Mas como incentivar isso dentro das empresas?
A resposta não é investir em inovação apenas, contratar astronautas da Nasa, contratar o filho do Steve Jobs, nem nada disso. O caminho para a inovação constante é investir em pessoas, afinal, as ideias, os planos de negócios e as ações disruptivas são feitas por pessoas.
O marketing das empresas deve trabalhar junto com o setor de recursos humanos para a retenção de talentos e valorização de novas ideias dos colaboradores. O chamado Marketing 3.0 também deve contribuir para que os funcionários tenham espaço, liberdade e autonomia para causar impacto positivo na empresa e não apenas para cumprir metas de sustentabilidade.
A inovação deve ser uma cobrança da empresa para os colaboradores e uma meta de cada funcionário. É preciso inverter a premissa de meta a partir de objetivos institucionais e comerciais para metas baseadas no crescimento, sobrevivência e inovação constante.
Inovar não é mais apenas uma questão de perspectiva de futuro, mas sim de sobrevivência no presente. O que você e sua empresa estão fazendo para sobreviver a um cenário de hipercompetição?
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